O objetivo é garantir uma fluidez muito maior das águas pelo sistema de drenagem

Serão recuperados 50 metros do fundo da galeria, além de 20 da lateral e 40 da laje

Nos últimos dias, a Prefeitura de Vitória da Conquista está promovendo um intenso trabalho de recuperação da galeria pluvial localizada na Avenida Crescêncio Silveira. Serão recuperados 50 metros do fundo da galeria, além de 20 da lateral e 40 da laje. A obra segue em andamento, por meio de uma parceria entre as secretarias municipais de Mobilidade Urbana e de Serviços Públicos (a qual cabe a limpeza). Todos os recursos investidos são oriundos do Tesouro Municipal.

A galeria é responsável por drenar as águas que descem da parte alta do bairro Guarani e de outras áreas do Iracema, conduzindo-as pelo canal e lançando-as no córrego do Rio Verruga, situado na Avenida Bartolomeu de Gusmão. Trata-se de uma das mais antigas construções do tipo em Vitória da Conquista, justamente por isso, o desgaste natural do tempo.

A galeria é responsável por drenar as águas que descem da parte alta do bairro Guarani e de outras áreas do Iracema

Trabalho preventivo – Enquanto isso, a Administração Municipal também se dedica à manutenção e à limpeza de vários outros canais de drenagem pela cidade. Há equipes em ação, por exemplo, no canal que fica na lateral do Aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo, responsável por receber as águas vindas de outro canal, que passa pelo bairro Bruno Bacelar. O mesmo trabalho está sendo realizado nos canais da Lagoa das Bateias, do bairro Campinhos e nas regiões da Baixada do Jurema e da Urbis 6.

Segundo o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luis Alberto Sellmann, trata-se de intervenções de caráter preventivo. “O objetivo é preparar toda a rede drenagem da cidade para receber as águas das chuvas do final do ano”, explica Sellmann.

Além dessas ações em canais de drenagem, a Prefeitura também realiza um trabalho de limpeza no córrego do Rio Verruga, desde a avenida Bartolomeu até a Fazenda Santa Marta. Com isso, pretende-se diminuir o assoreamento nas margens do córrego.