Horta do Jardim Valéria garante renda extra para 16 famílias

Localizada ao lado da Escola Municipal Edvanda Maria Teixeira, a horta comunitária do Jardim Valéria faz parte da vida da comunidade local há mais de 20 anos, oferecendo produtos frescos e livres de agrotóxico. No espaço cedido pela Prefeitura, 16 famílias produzem hortaliças e verduras, uma atividade que gera ocupação e renda.

“A Prefeitura tem incentivado e apoiado as hortas comunitárias de Conquista por entender que esta é uma ocupação que gera renda para às famílias e principalmente, é uma atividade que garante a segurança alimentar de toda a comunidade localizada nas proximidades da horta”, explica a coordenadora de Segurança Alimentar e Nutricional, Karine Barros.

Além do espaço, a prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, apoia com a roçagem e limpeza da área do entorno das hortas, distribuição de insumos como o esterco para adubação, fornecimento de água nos períodos secos ou quando a bomba quebra, e com informações técnicas de produção por meio da Secretaria de Agricultura.

Maria contou que prefere arrancar a plantar quando tem praga do que usar veneno

“A gente aqui antes não tinha apoio, era nós por nós mesmo, mas desde o prefeito Herzem Gusmão contamos com o apoio da prefeitura. Agora, até na TV nossas hortas aparecem, antes ninguém sabia da nossa existência”, contou a coordenadora da horta Maria Rodrigues (37 anos).

Na horta, cada uma das 16 famílias cuida das suas leras: limpa, planta. Tudo é de responsabilidade do próprio dono, que planta e vende sua produção sem a intermediação de ninguém. “A minha lera eu vendo inteira, quando eu planto a produção já está toda vendida, já tenho um cliente certo. Aqui eu ganho um dinheirinho e também me ajuda a distrair, é uma terapia”, comentou a produtora Dalvani da Conceição Paiva (61 anos).

Além de renda, a horta é uma terapia

Os clientes podem procurar a horta todos os dias da semana, nos horários das 6h às 12h e das 15h às 17h, e comprar a produção das famílias que cuidam das hortas com muito carinho e dedicação. “Aqui me ajuda muito na minha renda, o que ganho aqui eu compro minhas coisas. Isso aqui é uma terapia, é um pedacinho do céu, a gente não usa agrotóxico”, explicou Gildete Lapa Nascimento (62 anos).

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