Os Serviços de Saúde Mental de Vitória da Conquista (CAPS IA e CAPS AD II) realizaram uma atividade preventiva, na manhã desta terça-feira (30), sobre o uso indevido de álcool e outras drogas com os estudantes do Ensino Fundamental II da Escola Municipal Juiz Dr. Gildásio Pereira Castro. A ação e teve o apoio da Secretaria Municipal de Educação (SMED) e foi promovida pelas profissionais Roseana Meira, enfermeira do CAPS IA , Suzi Keila Fiuza Andrade, psicóloga do CAPS AD IID e Mariá Lanzotti Sampaio do Mestrado em Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia.

A atividade faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE) que visa à integração e à articulação da educação e da saúde por meio de ações de prevenção e promoção da saúde. As intervenções foram estruturadas considerando a realidade local dos adolescentes, adequando a abordagem à fase do desenvolvimento levando em consideração as demandas observadas nesta faixa etária. Além de sensibilizar os estudantes sobre o risco do uso de drogas, a ação também visa reforçar a autoestima, a autoconfiança, a capacidade de enfrentamento de situações problemáticas, dentre outras questões.

A professora de História, Eleni Carvalho, ressaltou que esse tipo de ação no ambiente escolar proporciona aos alunos conhecimentos sobre os malefícios que o uso de drogas pode causar. Ela diz acreditar que “a falta de esclarecimento pode acarretar em nossos adolescentes graves prejuízos, uma vez que eles, por não terem maturidade e nem conhecimentos pelo assunto, acabam sendo influenciados de forma negativa”. A professora ainda se mostrou satisfeita com a atividade: “acredito que nossos alunos sairão daqui com outra visão das consequências que o uso das drogas podem lhe causar”.

A diretora da Escola, Gilmara Conceição da Silva, também avaliou como positiva a atividade e lembrou a importância da prevenção no combate à violência: “vivemos em uma sociedade em que o índice de violência está muito alto devido ao uso de entorpecentes. É de suma importância a prática de ações voltadas para a prevenção tendo em vista que os nossos jovens são mais vulneráveis ao uso de entorpecentes e que muitos têm se deixado levar para esse mundo”.