Prestação de contas do que já foi feito e conhecimento de novas demandas da comunidade. Assim se organizam as plenárias do Orçamento Participativo, reuniões do Governo com moradores de bairros e distritos de Vitória da Conquista. Nessa quinta-feira, 16, na 53ª plenária de 2013, reuniram-se mais de 60 pessoas para discutir avanços e novas prioridades para ações da Prefeitura.

Reunidos na Creche União e Força, moradores do Bairro Recreio e Candeias e dos loteamentos Jardim Candeias, Conquistinha, Alto da Boa Vista, Vila São José, Campo São Luiz e Inocoop I e II avaliaram, juntamente com representantes da Prefeitura de Vitória da Conquista, os investimentos feitos na cidade e fizeram propostas para futuras aplicações do dinheiro público.

O secretário de Governo, Edwaldo Alves, falou sobre a importância do OP, lembrando a atuação da comunidade para a aquisição das melhorias que se podem perceber nos bairros. “Nosso objetivo é colocar na consciência e na cultura do povo que o dinheiro público é de todos. E estamos também no processo de aprender com o povo, porque ninguém melhor que a população para conhecer suas necessidades”, comentou.

O coordenador do Orçamento Participativo, João Alberto Rodrigues, evidenciou a importância da participação popular na construção de políticas públicas. “As plenárias têm tido muita aceitação. Essa é a 53ª plenária e aproximadamente 4 mil pessoas já participaram este ano. É importante ver que novas lideranças estão surgindo, não são sempre as mesmas pessoas”, ressaltou.

Para a vice-presidente da Associação de Amigos dos Bairros Conquistinha e São Luís, Ilda Lima Amaral, “os cidadãos precisam participar das reuniões com o Governo para resolver os problemas dos bairros”. Para a voluntária que foi uma das fundadoras da creche, hoje mantida pela Prefeitura e com a colaboração de voluntários, esse é um período de agradecer e ajudar os vizinhos. “Antes, isso parecia um sonho. Hoje, da Rua São Luís até a Jorge Teixeira, não temos nada para reivindicar porque, através do OP, já conseguimos tudo que nós precisávamos. Hoje eu venho pensando nos vizinhos porque a gente não pode pensar só em si”.