A segunda edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), mostra que o município de Vitória da Conquista subiu 26 posições em comparação com o ano passado e é o mais bem colocado do interior do estado e o segundo da Bahia, abaixo somente de Salvador.

A divulgação do levantamento aconteceu no último dia 22 e mostra que Vitória da Conquista ocupa o 219º lugar entre os 411 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes pela estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019.

O estudo do CLP traz, além do ranking geral, rankings por dimensão, região, estado e do G-100, que são os municípios com mais de 80 mil habitantes com as menores receitas correntes per capita e os mais elevados indicadores de vulnerabilidade socioeconômica nas áreas de pobreza, educação e saúde.

Na Bahia, Vitória da Conquista é o 2º mais bem colocado, abaixo somente da capital. No Nordeste, está em 12º lugar, acima de duas capitais (Maceió e Aracaju). No grupo do G-100, o município é o 9º. Vitória da Conquista subiu 26 posições no ranking geral, 70 na dimensão “Instituições”; nove de “Sociedade” e 24 na dimensão “Economia”.

A prefeita Sheila Lemos comentou o ranking e disse que os resultados apresentados refletem o esforço comum entre o poder público, a iniciativa privada e os conquistenses de modo geral, que atuam para fazer de Vitória da Conquista um município cada vez mais pujante, com efeitos desse desenvolvimento na melhoria da vida das pessoas. “O ranking é novo, começou em 2020, e nós já subimos 26 posições, consolidando nossa importância no Nordeste e na Bahia, onde só ficamos atrás da capital do estado. O que posso dizer é que nosso empenho é no sentido de elevar ainda mais os índices e firmar Vitória da Conquista como o melhor lugar da Bahia para investir e viver com qualidade”, frisou Sheila.

A estrutura do ranking

Todos os municípios foram avaliados a partir de 65 indicadores, distribuídos em 13 pilares temáticos e três dimensões consideradas fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos municípios brasileiros, de acordo com a instituição que fez o ranking. Os pilares são: Sustentabilidade Fiscal, Funcionamento da Máquina Pública, Meio Ambiente, Acesso à Saúde, Qualidade da Saúde, Acesso à Educação, Qualidade da Educação, Segurança, Saneamento e Meio Ambiente, Inserção Econômica, Inovação e Dinamismo Econômico, Capital Humano e Telecomunicações.

A primeira dimensão abordada neste estudo, “Instituições”, é composta por dois pilares: “Sustentabilidade fiscal” (contendo quatro indicadores) e “Funcionamento da máquina pública” (contendo seis indicadores).

A segunda dimensão em análise, “Sociedade”, é composta por seis pilares: “Acesso à saúde” (contendo quatro indicadores), “Qualidade da saúde” (contendo cinco indicadores), “Acesso à educação” (contendo seis indicadores), “Qualidade da educação” (contendo quatro indicadores), “Segurança” (contendo cinco indicadores), “Saneamento” (contendo sete indicadores) e, por fim, “Meio ambiente” (contendo cinco indicadores).

Por último, a terceira dimensão em estudo, “Economia”, é composta por 4 pilares: “Inserção econômica” (contendo três indicadores), “Inovação e dinamismo econômico” (contendo oito indicadores), “Capital humano” (contendo três indicadores) e “Telecomunicações” (contendo cinco indicadores). Informações mais detalhadas sobre cada um dos indicadores que compõem este estudo estão contidos no Anexo 1 deste relatório (glossário de indicadores)

O CLP – Centro de Liderança Pública se apresenta como uma organização suprapartidária que busca engajar a sociedade e desenvolver líderes públicos para enfrentar os problemas mais urgentes do Brasil. Há 12 anos, trabalha por um Estado Democrático de Direito de fato, que seja mais eficiente no uso de seus recursos e com respeito à coisa pública.