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Postado em 13 de agosto de 2026 as 18:10:41
A Vigilância Sanitária Municipal (Visa), de Vitória da Conquista, interditou, nesta quinta-feira (13), um estabelecimento que funcionava como farmácia clandestina no bairro Nossa Senhora Aparecida. A ação ocorreu após denúncia e foi realizada por uma equipe formada por profissionais farmacêuticos.

Durante a inspeção, os agentes constataram que o estabelecimento funcionava sem alvará sanitário e sem a documentação de responsabilidade técnica emitida pelo conselho profissional competente. Também foi verificado que o CNPJ utilizado pelo estabelecimento estava registrado em nome de outra pessoa.
Entre as irregularidades encontradas estavam medicamentos com prazo de validade vencido, além de condições ambientais inadequadas e insalubres. A equipe também identificou problemas relacionados à climatização do local, que não apresentava condições apropriadas para assegurar a temperatura necessária à conservação dos medicamentos.
Diante do conjunto de irregularidades e do potencial risco sanitário, a Vigilância Sanitária determinou a interdição completa do estabelecimento, impedindo seu funcionamento até que a situação seja devidamente esclarecida e adotadas as medidas sanitárias cabíveis.
O coordenador da Visa, Maico Mares, explicou que o responsável pelo estabelecimento deverá comparecer à Vigilância Sanitária para prestar esclarecimentos e apresentar a documentação necessária à continuidade da apuração. Ainda segundo o coordenador, as ações de fiscalização visam a proteger a saúde da população, prevenir riscos sanitários e assegurar que estabelecimentos que comercializam medicamentos cumpram rigorosamente as normas previstas na legislação vigente.
Esta é a segunda apreensão de medicamentos e interdição realizada esta semana. Na última terça-feira (11), a Vigilância Sanitária participou de uma operação que resultou na apreensão de remédios e outros materiais no depósito de uma farmácia do Bairro Brasil. A ação foi realizada com base em investigações relacionadas a denúncias sobre possível comercialização irregular de medicamentos controlados.







