Capacitação Cooperativismo

Professores das Escolas Municipais Maria Leal (CEI Capinal), Professora Marlene Flores (Lagoa das Flores) e Iza Medeiros (Kadija) participaram do curso de formação e capacitação, entre os dias 07 e 08, no auditório da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac), para a implantação da educação cooperativista em suas unidades de ensino. O projeto é uma parceria da Coopmac com o Serviço Nacional de Aprendizagem ao Cooperativismo (Sescoop) e com a Secretaria Municipal de Educação (Smed).

Responsável pelo treinamento do programa Cooperjovem, a professora Geórgia Araújo Freire disse que o sétimo princípio do cooperativismo é o interesse pela comunidade. “Nós temos esse programa na área de educação cooperativa e cooperativismo, porque também há os conceitos da educação dentro da cooperativa, que trabalha valores. O programa tem uma pegada bem jovem, porque a aprendizagem é baseada em projetos e gamificação”.

Ela explicou que não se trata de jogos virtuais, “mas, sim, na parte prática, em que a narrativa é diferente. A forma como o professor fala, desafia o aluno a passar de uma fase para outra, sempre com desafios cooperativos. Para você passar de uma fase para outra, é necessário que toda a equipe passe junto. Então, é educação pensada, centrada no aluno e voltada para valores”.

Geórgia disse que todo o material está alicerçado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Sobre o treinamento, ela explicou que são 16 horas com formação de grupo cooperativos e atividades baseadas no material. “O professor recebe o guia do educador e os alunos também receberão o material que vão levar para o resto da vida. Aqui na formação eles trabalham os jogos cooperativos, trabalham em grupos cooperativos, e fortalece, na verdade, um valor intrínseco do ser humano que é conviver com o outro”. Ela parabenizou a vontade e a alegria demonstrada pelos docentes.

Para a professora de Ciências do 7º, 8º e 9º ano, na Escola Maria Leal, Edivanda Souza Viana, a parceria é bem-vinda, principalmente no sentido de trabalhar a coletividade. “Nesse sentido já é um projeto bem bacana e estamos com boas expectativas”. Pelo que ela verificou na capacitação, acredita que a parte da gamificação vai despertar uma maior curiosidade entre os alunos. “Bem interessante conhecer, é a parte mais estimulante, e assim tornar uma linguagem um pouco mais lúdica que foi o que vimos”.