Atividade contou com a participação dos músicos Yhalu e Igor

Atividade foi desenvolvida em parceria com o projeto Escolas Culturais do Governo do Estado

O Hospital Municipal Esaú Matos segue inovando na forma de acolher pacientes e acompanhantes. Prova disso foi a aula de forró promovida na última sexta-feira (28) para as mães que estão com bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

A atividade aconteceu em parceria com o projeto Escolas Culturais do Governo do Estado da Bahia e contou com as presenças dos músicos Yhalu Martins e Igor Gabriel, da banda Social Freak, e dos dançarinos do Espaço Cultural A Toca, Márcia Ollis e Douglas Marchan.

“O intuito do Escolas Culturais é abrir os muros das escolas para a comunidade. E o trabalho que é desenvolvido no Esaú é humanitário e muito importante do ponto de vista cultura e social. Estamos dialogando para fortalecer a parceria e trazer momentos mais agradáveis para as pessoas que estão aqui”, destacou Gildásio Júnior, que coordena o projeto no Colégio Modelo.

Aula foi um momento de descontração para pacientes e equipe

A aula de forró integra as práticas integrativas que, desde 2018, levam a arte ao ambiente hospitalar. “A arte estabelece uma realidade, que ajuda essa mãe a atravessar um momento difícil pelo qual está passando”, comentou a técnica em Assuntos Culturais, Daisy Andrade.

E se a arte estabelece vínculos no hospital, os que foram criados com Ana Paula Silva não serão esquecidos. Natural de Itambé, há 17 dias, Ana Paula deu à luz aos gêmeos Inácio e Benjamim. Um já recebeu alta hospitalar, mas o outro segue recebendo os cuidados da equipe médica na semi-intensiva.

“Eu estou encantada com essas atividades. A cada semana é uma programação diferente. Todas vocês são encantadoras, acolhedoras e amorosas, o que deixa a gente menos estressadas, mais à vontade e mais autoconfiantes. Só tenho a agradecer”, afirmou.

Ana Paula aprende alguns passos do estilo roots com a professora Márcia Ollis

A aula de forró contou com a contribuição também do Núcleo de Extensão, Pesquisa e Estudo de Doenças Crônicas (NEPEdc) do hospital.