A Fundação Pública de Saúde de Vitória da Conquista realizou no anoitecer dessa terça-feira, 25, mais uma edição do projeto Pôr do Sol. Dessa vez, além da comemoração dos aniversariantes de março, se festejou o Mês da Mulher. A iniciativa visa oferecer momentos de descontração e maior qualidade de vida aos 500 funcionários que trabalham na entidade, que abrange o Hospital Municipal Esaú Matos e o Laboratório Central.

Congregados na Sala de Reuniões da Fundação, após um dia de trabalho ou prestes a iniciar sua jornada noturna, funcionários batiam papo com seus colegas e davam felicitações aos aniversariantes do mês. E antes de puxar o “Parabéns pra você”, o presidente da Fundação de Saúde, Padre Edilberto Amorim, declarou: “Parabenizo em nome da Fundação todos os nossos aniversariantes do mês. É uma alegria celebrar sempre este dom precioso que é a vida, ainda mais para quem dispõe a sua existência a serviço da vida, salvando e cuidando de outras vidas. E exaltar de forma espacial as mulheres que também são responsáveis por gerar vida”.

Dr. Ary Pires

Um dos aniversariantes foi o diretor clínico do Esaú Matos, Dr. Ary Pires. O médico obstetra falou da satisfação em trabalhar nessa profissão e num hospital público: “Nós temos aqui quase 11 anos no Hospital Esaú Matos e é muito satisfatório para nós por conta do envolvimento que a gente pode ter com todos os funcionários e principalmente com os pacientes, porque é um privilégio para quem é da área de saúde estar aliviando o sofrimento e trazendo felicidade para alguns casais. Agradeço a Deus por estar nos dando forças para enfrentarmos os obstáculos e vencê-los e trazer benefícios, principalmente para as pessoas carentes que mais precisam dos serviços públicos”.

Clécia Lisboa

“Ser mulher é desafiante, mas gratificante” – No mês em que o mundo celebra as lutas e as conquistas das mulheres, as servidoras da Fundação também têm o que festejar. “Aqui eu me sinto valorizada. Todo mês tem essa valorização. É um momento de descontração. Para mim, ser mulher é desafiante, mas gratificante. Eu sou mãe, sou mulher, sou estudante, sou estagiária e trabalho fora. É muito bom quando chega o fim do dia, da semana, do mês, do ano e você diz assim: eu conseguir fazer tudo isso. É muito bom”, declara a auxiliar de cozinha Clécia Lisboa.

Maria Emicle

“A mulher em si é um tudo. Ela é mãe, é amiga, dona de casa, trabalha em dois, três empregos. É uma luta por isso nós todas somos vitoriosas”, afirma Maria Emicle, que trabalha há 14 anos no hospital como técnica em enfermagem e que daqui há oito dias também estará celebrando mais um ano de vida.

O Pôr do Sol segue ao longo do ano com rodas de leitura, apresentações musicais e de humor e sessões de cinema.