Na última segunda-feira (13), no auditório da Rede de Atenção e Defesa da Criança e do Adolescente, a Secretaria de Desenvolvimento Social realizou o primeiro de três encontros com a equipe gestora para avaliação das ofertas de formações no âmbito da Assistência Social no ano 2019, que englobam as áreas de Proteção Social Básica, Proteção Social Especial, Programa Bolsa Família, Acessuas Trabalho, Programa Primeira Infância no SUAS (PIS) e Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).

Sob a orientação da coordenadora de Vigilância Socioassistencial Clea Malta, na primeira etapa a equipe trabalhou o tema “Onde estamos?”, em que foram avaliadas as potencialidades e fragilidades de cada serviço. A pergunta temática dessa oficina tem como resposta a atuação da Proteção Básica que conta com oito Centros de Referencia de Assistência Social (Cras) que atendem à população das áreas rurais e urbanas e, em 2019, realizou 96.357 atendimentos e, atualmente, conta com 30.242 famílias cadastradas, segundo o Registro Mensal Unificado (RMU).

Neste primeiro momento, foram avaliadas as potencialidades e fragilidades de cada serviço

“Nosso objetivo é a convergência, analisando como se desenvolveu todas as ações e ofertas da política de assistência social e, a partir daí, pensar as estratégias de planejamento das ações 2020. A ideia também deste momento é pensar uma perspectiva de gestão integrada entre todas as ofertas que compõem o SUAS, serviço, programas, projetos, incluindo o Programa Primeira Infância no SUAS, Programa Bolsa Família e Peti”, explicou o secretário de Desenvolvimento Social interino Michael Farias.

Nos próximos encontros serão trabalhados os temas: “Como estamos? e Onde queremos chegar?” em que serão informadas quais as estratégias para 2020 para estabelecer quais são as prioridades para este ano.