O papai Noel distribuiu alegria no Creas

Na tarde desta quarta-feira (12) o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Central realizou confraternização natalina com a participação dos assistidos da zona urbana e rural.

A área externa do serviço, que fica localizado na Av. Bartolomeu de Gusmão, ficou lotada de famílias que aproveitaram a tarde para se divertirem, principalmente as crianças que brincaram no pula-pula, brinquedo inflável e ganharam presentes do papai Noel que foram doados por uma empresa por meio do projeto “Árvore dos Sonhos”.

O momento foi de socialização entre os assistidos pelo serviço, mas também de comemoração pelas conquistas alcançadas este ano, como a aumento da equipe técnica que ganhou mais três psicólogos, um advogado, um assistente social que possibilitou a ampliação do número de famílias que chegam a cerca de 180 assistidas.

Tempo de comemorar a ampliação da equipe e dos atendimentos

“A Prefeitura por meio da ultima seleção contratou novos técnicos que ajudou a qualificar o atendimento e aumentar o número de famílias assistidas. Por isso nós estamos fechando o ano com muitas vitórias a serem comemoradas”, ressaltou a gerente do serviço, Débora Taita.

O Creas presta serviço especializado àqueles que tiverem seus direitos violados (que vivenciam situações de ameaça ou violação de direitos por ocorrência de abandono, violência física, psicológica ou sexual), sejam eles crianças, adolescentes, adultos, idosos ou pessoas com deficiência.

Elizabete Santana do Amaral (31), moradora do bairro Cruzeiro, e seus dois filhos são assistidos pelo Creas há mais de quatro anos, aproveitou o momento para agradecer o atendimento que seus filhos tem recebido no serviço. “Aqui o atendimento é ótimo, agradeço a equipe pelas orientações e sempre que eu posso eu indico o serviço para outras pessoas”, declarou Elizabete.

O serviço também atende moradores da zona rural como Alessandra Meneses (18) que mora no povoado de Caiçara. “No Creas eu conto com atendimento de psicólogo, que me dão conselho e me ajudam quando eu tenho alguma dificuldade, porque muitas vezes a gente não tem com quem conversar sobre os nossos problemas, aí eu chego aqui e a gente conversa”, avaliou Alessandra.