Nos dias 28 e 29 de novembro, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Semdes), por meio da Coordenação de Políticas para Mulheres em uma ação conjunta com a Secretaria de Serviços Públicos (Sesep), reuniu servidores da secretaria para uma ação da campanha: Sua atitude faz a diferença! 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Nos dois encontros foram discutidos os temas: Violência de Gênero: o que é e por quê? A desigualdade entre homens e mulheres; Expropriação do Corpo das mulheres; Divisão sexual do trabalho; Assédio Sexual; Assédio Moral; e Campanha dos 21 Dias de Ativismo, junto com equipe do Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos (Crav). Ainda serão realizados mais dois encontros.

Para o secretário da Sesep, Kairan Rocha, a parceria com a Semdes é muito importante, já que há um número grande de servidores do sexo masculino e, este ano, a campanha está focada neste público. “Isso é muito importante, porque é um instrumento de conscientização, de defesa e de proteção para todas as mulheres que se relacionam com os nossos servidores do sexo masculino”, ressaltou Kairan.

A coordenadora de Políticas para Mulheres, Dayana Evelinne Andrade, falou da importância da abordagem do tema durante todo ano, “a coordenação realiza atividades e ações educativas durante todo ano, mas temos campanhas específicas como Março Mulher, Agosto Lilás e 21 Dias de Ativismo, sempre trabalhando com os dois públicos mulheres e homens com foco na desconstrução do machismo e da masculinidade tóxica, motivo pelo qual a violência contra a mulher ainda persiste”, explicou Dayana.

Segundo o Secretário da Semdes, Michael Farias, essas iniciativas intersetoriais potencializam a dimensão da prevenção, “e apontam um consequente fortalecimento da rede municipal de proteção à mulher, dando mais sinergia às ações do governo municipal”.

Para Rodinele Santos Cordeiro, que atua no setor de limpeza pública, é muito importante conversar sobre a violência contra às mulheres por conta das diferenças, “para mim não existe diferença, homens e mulheres são iguais em direitos e deveres, para mim a violência só vai acabar quando todos entenderem isso”, comentou Rodinele.