Para administrar o orçamento de forma prudente e equilibrada, evitando dificuldades futuras, todo cidadão sabe qual é a orientação: não gastar mais do que ganha. E quando o orçamento em questão é o municipal, esse ensinamento não é diferente e apresenta resultados imediatos no crescimento do município, pois recurso público bem administrado é sinônimo de cidade desenvolvida. Prova disso é Vitória da Conquista, localizada no Sudoeste da Bahia e terceira maior cidade do estado.

A partir de 1997, a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Finanças (Sefin), reequilibrou as contas, priorizou a transparência na aplicação dos recursos e a boa gestão dos tributos próprios – inclusive, durante a crise financeira mundial de 2009. Hoje, Vitória da Conquista está alinhada com os anseios da população e sendo transformada numa cidade cada vez melhor, com investimentos em diversas áreas. “Tudo aquilo que está sendo arrecadado retorna em forma de infraestrutura, educação e ações de saúde. Em vários cantos, a Prefeitura está com obras cujos recursos saem, principalmente, dos tributos próprios, como o IPTU e o ISS”, destaca o prefeito Guilherme Menezes.

Como determina a Constituição, a distribuição dos impostos arrecadados ocorre da seguinte maneira: 15% são revertidos para a Saúde e 25% para a Educação. “Então, a gente sabe que quando se constrói ou se reforma uma escola, quando se aplica na saúde, ali tem recursos próprios do município”, salienta a secretária municipal de Finanças, Mércia Andrade.

Apesar de o pagamento dos impostos ser uma obrigação legal, moral e social – um ato de cidadania que acaba refletindo positivamente no futuro de todos –, ao comprovar as melhorias que estão sendo feitas na cidade, os contribuintes têm um motivo a mais para corresponder às campanhas, em especial a do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). “Percebemos que a comunidade tem demonstrado credibilidade no Governo Municipal, e a gente vê muito isso no IPTU. Cada munícipe vê que os impostos estão sendo revertidos em obras para melhorar a vida do cidadão”, afirma a secretária.