Desafio do Selo Unicef leva adolescente ao Estádio Edvaldo Flores

O direito a praticar esportes está assegurado na Convenção sobre os Direitos da Criança, na Constituição Federal Brasileira e no Estatuto da Criança e do Adolescente. O esporte é para todos e todas, e deve ser praticado com respeito à diversidade e às condições físicas e psicológicas de cada pessoa.

Pensando nisso, o selo Unicef propôs o desafio: “Promover o direito ao esporte seguro e inclusivo” para o Núcleo de Cidadania Adolescente (Nuca) que durante este mês realizou algumas ações evolvendo práticas esportivas, como entrevistas com jogadores do futebol profissional e, nesta sexta-feira (07), visita ao Estádio Edvaldo Flores.

Os adolescentes conversaram com o sensei Guina e seus alunos do projeto de judô

No estádio, os adolescentes tiveram a oportunidade de conversarem com o técnico de futebol profissional Nilson Paulista e com o Sensei Guina, professor de judô. “O objetivo deste desafio é propiciar o máximo de informações e contato com a prática esportiva de modo a incentivá-los a buscarem o caminho do esporte como opção de vida saudável e também profissional”, explicou a mobilizadora do Nuca e coordenadora da Juventude, Melry Amaral.

Roda de conversa com o técnico de futebol profissional Nilson Paulista

Durante a visita os adolescente fizeram várias perguntas para os professores e atentamente ouviram suas explicações. “Em qualquer profissão nós devemos buscar a valorização do nosso trabalho. É preciso gostar daquilo que se faz e no futebol cuidar do corpo é essencial. Na época que comecei a jogar futebol minha grande inspiração foi Rivelino jogador do Coríntias”, revelou Nilson que foi treinador do Conquista e do Serrano e hoje atua na categoria de base do time do Vitória da Conquista.