Em parceria com o Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler), desenvolvido pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), a Secretaria Municipal de Educação (Smed) está oferecendo capacitações a educadores da Rede Municipal de Ensino. Na manhã desta quarta-feira, 18, na Faculdade Maurício de Nassau, foram conduzidos dois minicursos, com os temas “Bibliotecas como Espaços de Heterotopias – Novas Sociabilidades” e “Educação Museal”.

A primeira atividade foi ministrada pela professora Ivana Lins a mais de 50 professores agentes de leitura da Rede Municipal. De acordo com ela, a iniciativa pretende qualificar esses profissionais para que eles desenvolvam dinâmicas para conquistar melhor o leitor. “A biblioteca tem essa obrigação de apresentar a leitura aos jovens de um modo mais livre. A biblioteca não vai determinar o que eles vão ler, eles têm a liberdade de fazer suas escolhas”, explica.

Para a professora Rose Mendes, que atua como agente de leitura na Escola Municipal Mãe Vitória de Petu, a atividade deve possibilitar a visão de outras formas de incentivo à formação de leitores, já que a leitura está na base do futuro dos estudantes. “A cada dia, você quer descobrir coisas novas, e isso se dá através da leitura. Então essa é a expectativa: de levar para os nossos alunos que a leitura ainda é o caminho para se navegar pelo conhecimento.”

A coordenadora das Salas de Leitura, Gilvane Chagas, conta que a parceria entre a Secretaria de Educação e o Proler já acontece há alguns anos, e agora está consolidada. Para ela, essa é mais uma oportunidade de qualificar e valorizar os profissionais do ensino. “O que a gente quer é que os nossos educadores e agentes sempre estejam tendo essa capacitação. Isso é muito importante, é o nosso desejo”, afirma.

Educação Museal – Também por meio dessa parceria, mais de 30 coordenadores da Rede Municipal de Ensino participaram do minicurso sobre “Educação Museal”. Ministrado pela professora Mona Ribeiro, a atividade tem como objetivo promover o resgate do memorial das escolas. “É bom que os alunos e os professores tenham o conhecimento, do por que do nome daquela escola, em que ano ela surgiu”, destaca Gilvane.