Com a finalidade de fazer com que a Feira da Economia Solidária seja mais uma vez um grande espaço de comercialização na 48ª edição da Exposição Agropecuária, Comercial e Industrial de Vitória da Conquista (ExpoConquista), a Prefeitura Municipal, por meio da Coordenação de Economia Solidária vinculada à Secretaria de Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico, promoveu nesta terça-feira, 18, mais uma reunião com os grupos da economia solidária da cidade.

Geovane Viana

Segundo o coordenador da Economia Solidária, Geovane Viana, esse ano a feira contará com uma grande novidade. “Visando incentivar a comercialização do artesanato local, esse ano, cada grupo terá uma loja de 30 m² para expor de maneira ainda mais atraente os produtos e atrair o público do evento”, afirmou.

Armando Filho

Para o presidente da Associação de Economia Popular e Solidária (AEPS), Armando Fernandes Filho, a feira tem melhorado a cada ano. “Graças ao ao apoio que nós temos recebido do Governo Municipal o trabalho da economia solidária tem se fortificado e crescido muito. Já estamos com 250 associados nesse grupo e nosso objetivo é que, a cada ano, tenhamos um crescimento ainda maior”, explicou.

Janete Fontes

Janete Fontes está há 8 anos no grupo de artesanato e mais uma vez estará presente na Feira da Economia Solidária, realizada durante a ExpoConquista. “É muito importante esse espaço porque é um evento que tem um público muito grande e é uma boa oportunidade para expormos e comercializarmos o nosso trabalho. Esse ano vai ser um dos melhores em termos de organização para o artesanato e é possível ver, ano após ano, o apoio da Administração Municipal”, comentou.

Almir Ferreira

O associado do Grupo de Alimentação Solidária e Popular (GASP), Almir Ferreira, faz parte do Grupo de Alimentação da Economia Solidária Popular e também garante que os eventos são uma ótima oportunidade para os empreendedores. “Nosso grupo possui cerca de 65 associados. Esse ano, vamos comercializar na praça de alimentação uma diversidade de produtos produzidos pelos próprios empreendedores, principalmente, alimentos tradicionais”, disse.