Caso seja firmado o convênio, Vitória da Conquista será a primeira cidade na Bahia a ter a Praça do Circo.

Um espaço permanente voltado ao acolhimento de toda a magia e encantamento que é peculiar da arte circense em cidades do estado da Bahia. Assim pode ser definido o projeto denominado Praça do Circo, elaborado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) a partir das demandas da sociedade civil, apresentadas em encontros setoriais e nas Conferências Estaduais de Cultura, que visa apoiar artistas e companhias circenses itinerantes, oferecendo-lhes locais adequados para a montagem dos picadeiros.

A possível implantação desse projeto, de forma pioneira, em Vitória da Conquista foi o tema de uma reunião realizada na manhã desta terça-feira, 27, na Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer. Participaram do encontro, o secretário municipal de Cultura, Gildelson Felício, o assessor especial, Nagib Barroso, o coordenador de cultura, João Omar, a diretora da Funceb, Nehle Frank, e a representante territorial de Cultura, Marittza Ribeiro.

Nehle Frank apresenta projeto estrutural da Praça do Circo

A proposta é que seja firmado um convênio de cooperação técnica entre ambos os entes para desenvolvimento do projeto. Com isso, Vitória da Conquista será a primeira cidade na Bahia a ter a Praça do Circo. “O local para abrigar esse projeto já está sendo pensado, para que a cidade tenha uma maior prática para receber e estimular que os circos itinerantes que passem por Conquista tenham um lugar específico”, salientou Gildelson.

Ainda segundo o secretário, a cooperação técnica auxiliará também o Município na perspectiva de se pensar outro projeto voltado para fortalecer a política pública destinada aos artistas circenses na cidade.

Nehle Frank

A diretora da Funceb, Nehle Frank, destacou: “Agora já estamos na fase de realmente viabilizar esse projeto entre essas duas entidades, a Funceb – como um ente do estado que está preocupado com as políticas públicas para a área de circo e a Prefeitura de Vitória da Conquista, que tem uma sensibilidade muito peculiar sobre o apoio que esses circos precisam”.