“Temos tido muito apoio por parte da Coordenação de Economia Solidária. A Prefeitura tem nos ajudado muito e tem apoiado as nossas associações”, diz presidente da AEPS

Em meio ao movimento nas imediações da Praça 9 de Novembro, intensificado pelo primeiro dia da Feira de Economia Solidária, os mais de 30 artesãos participantes concordam num ponto: a produção e a divulgação de seus trabalhos artísticos não seriam possíveis se não houvesse o apoio da Prefeitura Municipal, através da Coordenação de Economia Solidária.

Afinal, a Feira, realizada nesta semana como parte da programação comemorativa dos 172 anos de Vitória da Conquista, é somente uma entre as várias que fazem parte da agenda oficial da Coordenação. Há pelo menos dez eventos semelhantes organizados ao longo do ano, em datas festivas como Natal, São João, Dia das Mães e Exposição Agropecuária. “Em todas essas ocasiões, nosso objetivo é oferecer ao pequeno empreendedor a oportunidade de comercializar seus produtos e gerar renda”, diz o responsável pela coordenação de Economia Solidária, Geovane Viana.

“Temos tido um apoio muito bom por parte da Coordenação de Economia Solidária. A Prefeitura tem nos ajudado muito e tem apoiado as nossas associações”, avalia o artesão Armando Fernandes, atualmente na presidência da Associação de Economia Popular Solidária/AEPS, uma das entidades associadas à Coordenação.

Segundo Fernandes, a participação nas feiras é fundamental para que essas pessoas possam levar à frente suas produções artísticas, com segurança: “No nosso grupo existem pais e mães de família, pessoas que realmente necessitam de um ganha-pão. E a Feira é onde eles encontram a oportunidade de ganhar um dinheirinho a mais para o sustento das suas famílias”.

‘Apoio Maravilhoso’ – Artesã há doze anos, Maria Elza Ferreira concorda. “Por meio da Economia Solidária, a Prefeitura me deu muito apoio, tanto na parte financeira como de lazer”, observa enquanto organiza os artigos de artesanato que vende em seu estande: boinas, cachecóis, panos de prato, caminhos de mesa, coberturas para filtros, etc. Todos os produtos são confeccionados por ela.

Maria Elza trabalhou durante quase trinta anos como professora. Após aposentar-se, há pouco mais de dez anos, passou a se dedicar com mais afinco ao artesanato. Desde então, participa religiosamente das feiras, onde comercializa seus trabalhos. Ela agradece à Prefeitura pela oportunidade. “Para mim, esse apoio significa muito”, diz.

Mais recente na feira, Renildes também avalia como positivo o apoio oferecido pela Prefeitura aos pequenos empreendedores. “É um apoio maravilhoso que tem me ajudado bastante”, observa. “É uma boa oportunidade que nos concedem para expor aqui os produtos que a gente faz”.

Tendo como referência apenas o primeiro dia da Feira, seus prognósticos são positivos para as vendas na edição deste ano, que seguirá até o próximo sábado, 10: “As vendas tem sido ótimas. Hoje mesmo eu já vendi”.