O Centro Cultural Glauber Rocha sedia a 19ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O evento é coordenado pela Prefeitura Municipal, em parceria com a Uesb, e conta com a participação de universidades, faculdades, escolas públicas e privadas e empresas do ramo.

Com o tema “Bicentenário da Independência: 200 anos de ciência, tecnologia e inovação no Brasil”, a semana conta com palestras, oficinas e 32 estandes nos quais professores e estudantes apresentam resultados das pesquisas e projetos desenvolvidos nas instituições de ensino. A programação traz ainda atividades culturais, com apresentações musicais e teatro de fantoches.

Diferentes tipos de robôs, tecnologia para auxiliar nas tarefas diárias, automação para facilitar a vida de pessoas com deficiência, a exemplo da campainha para pessoas surdas e resultados de estudos na área de saúde, alimentação e ciências da natureza podem ser vistos por todos que visitarem a feira, que tem entrada gratuita.

Na manhã desta quinta-feira (20), a prefeita Sheila Lemos esteve no evento, que faz parte das atividades da semana e visitou diferentes estandes. Na ocasião, Sheila destacou a importância da iniciativa para a cidade, principalmente para crianças, adolescentes e jovens que podem ver a ciência e a tecnologia de uma forma e com linguagens acessíveis. A prefeita também informou que no próximo ano tem intenção de ampliar a programação e o número de participantes.

O professor da Uesb, Roque Mendes, lembrou que em anos anteriores a semana era desenvolvida apenas por instituições de ensino superior. “Este ano, graças a iniciativa da prefeitura, por meio da Coordenação de Projetos, estamos tendo um evento com maior dimensão e pela primeira vez com a participação de alunos do ensino fundamental e médio”, declarou.

Estudante Victor Ferreira

Para o estudante de Ciências da Computação, Daniel Nogueira, a programação é uma oportunidade de trazer para as pessoas o conhecimento produzido no meio acadêmico e mostrar que eles podem ajudar a resolver problemas do cotidiano. E Victor Ferreira, estudante do 6º ano, completou: “a tecnologia hoje em dia está inovando e transformando a vida das pessoas e por isso não pode ficar presa nas escolas”.