Desenvolvimento Social
Postado em 19 de maio de 2025 as 10:13:39

Praça CEU
Com apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes), por meio da Coordenação de Políticas de Promoção da Cidadania e Direitos de LGBT, foi realizada no último sábado (17), na Praça CEU, pelos organizadores da Marcha do Orgulho LGBTQIA+, a segunda Gaymada, torneio de baleado com equipes compostas por pessoas LGBTQIA+.
O evento fez parte da programação do Dia de Combate à LGBTfobia (ódio à população LGBTQIA+), mais conhecida como homofobia e que se apresenta na seguinte forma: bifobia, lesbofobia, gayfobia e transfobia. O dia 17 de maio foi escolhido por se tratar da data em que a homossexualidade deixou de ser considerada doença mental pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1990.
Segundo o coordenador de Políticas de LGBT, José Mário Barbosa, essa data é muito importante para o movimento, e o apoio a ações afirmativas como essas faz parte da atuação da coordenação. “Esse é um momento em que a coordenação pode atuar junto com os segmentos sociais para dar voz e visibilidade, e mostrar que o governo está envolvido na vida dessas pessoas. No dia de hoje, o mundo inteiro se manifesta pelo fim do preconceito que mata. São 59 anos de luta em que já perdemos mais 5 mil pessoas vítimas desse preconceito”.
- José Mário
- Anderson
- Murilo Sousa
Para um dos organizadores do evento, Anderson Rocha, o baleado é um esporte muito democrático e, por isso, a comunidade LGBTQIA+ tem aderido cada vez mais a essa prática. “Nosso objetivo é incentivar a prática esportiva em nossa comunidade e o baleado é esse esporte que agrega. Fizemos o nosso primeiro torneio em 2023, e agora estamos mais organizados, com troféu e medalhas para os participantes”.
Murilo Sousa, de 19 anos, participa do torneio pela segunda vez. “Eu acho ótimo, o baleado ainda não é um esporte muito visto, pois as quadras da cidade só oferecem espaço para futebol, vôlei e não incluem o baleado. Por isso, a Gaymada é muito importante não só para promover o esporte, mas também para juntar a comunidade LGBT”.
















