Desenvolvimento Social
Postado em 8 de junho de 2020 as 16:06:53

Ação contou com a participação da Defesa Civil e Coordenação de Igualdade Racial
Na manhã desta sexta-feira (05), o mutirão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) chegou à comunidade quilombola de Oiteiro para orientações e cadastro do auxílio emergencial do Governo Federal para trabalhadores da zona rural, onde realizou o atendimento para moradores de sete localidades próximas ao quilombo.
A atividade, que teve apoio da equipe da Defesa Civil e da Coordenação de Igualdade Racial, contou com a oferta de orientações e cadastro para o auxílio emergencial, atendimento do Cadastro Único/Bolsa Família e a regularização de documentação civil como a carteira de identidade, que faz parte das ações de erradicação do subregistro civil de nascimento nas comunidades quilombolas.

Foram realizados 170 atendimentos no Oiteiro
Segundo o secretário de Desenvolvimento Social, Michael Farias, o objetivo da ação é garantir direitos à comunidade da zona rural que tem dificuldade de acesso à zona urbana e também ao sinal de internet: “assim que o Governo Federal anunciou o auxílio, nós identificamos a dificuldade que a população da zona rural teria para acessar a plataforma de cadastramento, pois muitas casas não possuem internet. Por isso, a Gestão Municipal está indo até essas localidades para facilitar este acesso. Além disso, os quilombolas são públicos prioritários da Política de Assistência Social, portanto, o Governo Municipal tem priorizado essas comunidades ”, destacou Michael.
Ao todo foram realizados 170 atendimentos. Para o líder comunitário de Oiteiro, Valdenício Santos, a comunidade se sente muito bem apoiada quando a Prefeitura realiza ações como essas. “Hoje aqui tivemos Bolsa Família, o auxílio emergencial, que muita gente ainda não tinha cadastro e fez aqui hoje, e outras coisas como o agendamento para segunda via do RG, certidão de nascimento”, ressaltou Valdenício.

Valdenício aprovou a iniciativa da Prefeitura
Quem também aproveitou o mutirão foi Miriam de Jesus Oliveira (43), moradora do povoado Lagoa de Maria Clemência, que aprovou a iniciativa: “Muito bom, porque tem gente que não tem condições de ir na rua, principalmente com a pandemia”.







