Vitória da Conquista tem uma das redes de saúde mental mais completas da Bahia

Para celebrar essa posição e o Dia Mundial da Saúde Mental, o Caps II realizou exposição fotográfica

O termo “saúde mental” define a forma como o indivíduo reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza suas ideias e emoções. Para atender as pessoas que possuem algum tipo de sofrimento mental em Vitória da Conquista, a Prefeitura mantém uma Rede de Atenção Psicossocial, composta pelos Centros de Atenção Psicossocial II (Caps II), Infantil e Adolescente (Caps IA) e Álcool e Drogas (Caps AD III), Unidade de Acolhimento e Consultório na Rua.

Para lembrar o Dia Mundial da Saúde Mental, 10 de outubro, o Caps II promoveu a exposição fotográfica “Olhares”. A iniciativa foi organizada pela Oficina de Audiovisual, que visa desconstruir as barreiras subjetivas do preconceito, do isolamento e dos rótulos criados pela sociedade para as pessoas que sofrem algum transtorno mental.

“Esta é uma exposição interativa, onde os personagens são usuários do Cap II e seus familiares. A mensagem posta é a de que somente quando se “descortina” o olhar sobre essas questões é que se pode ver o sujeito na sua inteireza, favorecendo um real encontro, que valoriza suas potencialidades, sua singularidade e seus desejos”, explicou a psicóloga e coordenadora da oficina, Joísa Ramalho.

A oficina acontece toda segunda-feira, pela manhã, e envolve em torno de 12 pessoas. Uma delas é Marcos Antônio da Silva, que ajudou na montagem da exposição e reforçou a importância do trabalho em equipe. “Nos unimos e produzimos – isso foi muito bom porque mostrou que somos capazes de produzir coisas bonitas. Nossa exposição é um sucesso. Esta é a quarta vez que apresentamos”, destacou.

Zildete Quadros, tia de Ivone Quadros, paciente do Caps desde sua fundação em 2002, aproveitou para apreciar a exposição, enquanto esperava a consulta de sua sobrinha. Ela fez questão de reconhecer a importância do Caps não só para o paciente, como também para os familiares. “Sem o apoio do Caps, nós não somos nada. Aqui ela tem acompanhamento médico, faz atividade física e eu também participo do grupo de família que ajuda muito para manter a minha saúde mental”, avaliou Zildete.

Na oportunidade, foi lançada a primeira edição do fanzine da Oficina de Audiovisual “Olhares”, um jornal artesanal produzido pelos usuários, para celebrar o Dia Mundial da Saúde Mental.

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