Empresa Municipal de Urbanização de Vitória da Conquista
Área de eventos do Complexo Cultural Glauber Rocha é urbanizada
7/11/2013

A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Empresa Municipal de Urbanização (Emurc), está investindo mais de R$ 6 milhões de recursos próprios do Município na edificação do Centro Audiovisual e do novo Mercado de Artesanato, que formam o Complexo Cultural Glauber Rocha, situados na área doada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), no bairro Brasil.

Além de toda estrutura construída para os dois equipamentos, a Administração Municipal está investindo na urbanização do terreno. No local, está sendo arquitetada uma grande praça para a realização de eventos culturais, como o Natal da Cidade e o Forró Pé de Serra do Periperi, promovidos anualmente pela Prefeitura, ou programações organizadas pela população. O local terá capacidade para receber mais de 15 mil pessoas.

Com o intuito de conciliar técnica, solução e melhor custo-benefício, uma empresa mineira, que possui larga experiência em estudos de materiais específicos de cada região na utilização de telas eletrosoldada, concreto estruturado com fibras de aço e concreto pretendido, prestou assessoria técnica para pavimentação da área.

Mais de 10 funcionários da Emurc trabalham na aplicação do piso em concreto armado e polido. O piso é feito em placas de 18,5 m² e espessura de 10 cm, nas áreas de circulação de pessoas, e de 12 cm, na passagem de veículos. “O diferencial desse piso é que o concreto é misturado com microfibras que diminuem as fissuras. Outro fator importante é que depois de polido se aplica um agregado mineral no piso ainda fresco que vai dar maior vida e aumentar a abrasão, além de, posteriormente, aplicar o endurecedor de piso, que  melhora a aparência e estende a durabilidade”, ressaltou o engenheiro responsável pela obra, Sebastião Passos.

Para aplicar o piso de maneira correta, explica o engenheiro, é preciso primeiro compactar toda a base com cascalho, em seguida coloca-se uma camada de pó de pedra, depois uma lona plástica e por fim se faz a armação da ferragem e a aplicação do concreto. “Após o polimento, o piso é molhado e coberto com a lona por sete dias para fazer melhor a cura”, acrescenta Sebastião Passos.

Além da ampla área com pavimentação em concreto, área verde, estacionamento, sanitários, área para palco e camarim, quiosques e guarita fazem parte do projeto, desenvolvido para ampliar o acesso da população à cultura.