Apresentação do novo formato do serviço Família Acolhedora

O serviço Família Acolhedora passou por uma reformulação, seguindo os parâmetros da Política Nacional de Assistência Social e da Política Nacional Convivência Família e Comunitária, com objetivo de melhor atender crianças e adolescentes que precisam de apoio familiar durante o processo judicial. Dentro desta perspectiva, a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, renovou a equipe de atendimento e instalou um grupo de trabalho que foi responsável pelas mudanças do Plano Individual de Atendimento (PIA), do projeto político pedagógico, do projeto de divulgação do serviço e do projeto de formação das famílias.

Michael destacou o compromisso do Governo Municipal com a Assistência Social

Para facilitar o acesso das famílias interessadas em se cadastrar no serviço Família Acolhedora, a Prefeitura disponibilizou uma página de inscrições online no portal familiaacolhedora.pmvc.ba.gov.br. O evento de apresentação da nova equipe de trabalho e de novos parâmetros de atendimento, que inclui a inscrição pelo site, aconteceu nesta quarta-feira (12), no auditório do Centro Integrado de Direitos da Criança e Adolescente, com a presença de várias autoridades representantes do Sistema de Garantias de Direitos.

O diretor de Assistência Social, Michael Farias, que na oportunidade representou a secretária de Desenvolvimento Social e vice-prefeita, Irma Lemos, destacou o investimento que o Governo Municipal tem realizado para a reestruturação dos serviços que compõem a rede municipal de Assistência Social. “Este é momento de grande vitória para as políticas de Assistência Social e de direitos da criança e do adolescente. O serviço de Família Acolhedora, que estava desestruturado, passou por um reordenamento e, agora, apresentamos ele a comunidade conquistense com novas diretrizes que atendem o perfil socioassitencial de nossa cidade”, ressaltou Michael.

O promotor da Infância e Juventude, Marcos Coelho, destacou a importância do serviço em substituição às unidades de acolhimento. “O Família Acolhedora é o modelo ideal de acolhimento de crianças e adolescentes que estão afastados de suas famílias. Sonho com o dia em que substituiremos unidades de acolhimento por famílias acolhedoras”, salientou Marcos.

O juiz de direito da Vara da Infância e Juventude, Juvino Oliveira, falou da satisfação de participar deste momento. “Recordo de quando o juiz Cláudio Dalto apresentou a proposta à Prefeitura Municipal, pois o modelo ideal de acolhimento é a família. A criança deve ser criada em família e não em unidades coletivas”, comentou Juvino.

A gerente do Família Acolhedora, Marli Cruz, apresentou a nova equipe e diretrizes do serviço

Participaram do ato conselheiros tutelares e conselheiros de direitos da criança e do adolescente, equipe gestora do município, representantes do judiciário, Defensoria Pública Estadual, Ministério Público, além da Polícia Civil .