Orçamento Participativo realiza 31ª plenária do ano na Creche União e Força

Encontro reuniu moradores dos bairros Inocoop I e II, Candeias, Alto da Boa Vista, Conquistinha, Bem-Querer e Caminho da Universidade

O Orçamento Participativo chegou à 31ª plenária do ano na noite de terça-feira, 15, na Creche União e Força. Desta vez, o encontro reuniu moradores da região formada pelos bairros Inocoop I, Inocoop II, Candeias, Alto da Boa Vista, Conquistinha, Bem-Querer e Caminho da Universidade.

Os quase 60 participantes garantiram à comunidade local o direito de eleger seis delegados e três suplentes para defender, no 11º Congresso do OP, as demandas eleitas como prioritárias para a região.

Essa metodologia já é conhecida de longa data pela aposentada Elenir Nogueira Gusmão, que mora no Inocoop I há mais de trinta anos e é uma das pioneiras do Orçamento Participativo em Vitória da Conquista. Do alto de toda essa experiência, ela pode afirmar: “O OP tem uma importância fundamental, porque envolve toda uma população. O nome é coerente: Orçamento Participativo”.

Também não é de hoje que Noêmia Maria Santos frequenta as plenárias do OP. Representante do Alto da Boa Vista, ela atuou durante anos como delegada de sua região. “Nós, enquanto comunidade, sabemos das nossas necessidades. Sempre vi o OP como um raio-x, que mostra isso para o poder público”, sintetizou ela, que trabalha como cuidadora de crianças especiais na Secretaria Municipal de Educação.

Mantendo uma postura coerente, Noêmia voltou a ser eleita delegada na plenária do dia 15. E naquele momento, a seu lado, estava sua filha, a estudante Bárbara Gabriela, 22 anos, eleita como suplente. Como ela mesma explicou, a participação popular faz parte de suas memórias de infância, pois sua mãe costumava levá-la para as plenárias quando era criança – o que, pelo visto, teve resultados benéficos para a sua formação.

“Eu acompanhava minha mãe, porque ela era delegada, representando a nossa região. Hoje, vi que a plenária iria acontecer aqui e resolvi participar e opinar, porque acho que o Orçamento Participativo é um instrumento de democracia muito importante”, contou Bárbara, que está prestes a iniciar o curso de Ciências Sociais na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).

Mãe e filha voltarão a atuar juntas no 11º Congresso do OP, que será realizado em 31 de outubro, no Centro Municipal de Atendimento Especializado (Cemae). Até lá, terão sido realizadas nada menos que 63 plenárias, abrangendo a totalidade do município e aplicando, a cada encontro, os já consolidados métodos do OP – aqui descritos pelo secretário municipal de Governo, Edwaldo Alves: “Vamos reunir as pessoas para aprender, conversar e ensinar. Para nós, o que importa é que temos aqui pessoas que vieram para exercer o seu direito à cidadania. E é importante votar, porque é um exercício conjunto de democracia”.

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