Novas integrantes tomam posse no Conselho Municipal da Mulher

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Gestão será responsável pelo órgão no biênio 2016-2018

O Conselho Municipal da Mulher deu posse às suas novas componentes na tarde da última sexta-feira, 4, em cerimônia realizada no Centro Integrado dos Direitos da Criança e do Adolescente. As 15 integrantes titulares, ao lado das oito suplentes, são as responsáveis pela atuação do órgão na gestão 2016-2018.

Agora, a nova composição tem um prazo de trinta dias para eleger a nova diretoria. De acordo com a legislação atual, devem ser preenchidos os cargos de presidente, vice-presidente, secretária e tesoureira.

A advogada e professora Maria Helena de Almeida, que presidiu o conselho no biênio 2014-2016, destacou a estrutura e as políticas públicas municipais que se dedicam à luta em defesa do público feminino: além do conselho, fundado em 1997, Vitória da Conquista dispõe de uma coordenação municipal dedicada a políticas públicas direcionadas às mulheres e ainda há a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), o Centro de Referência Albertina Vasconcelos (Crav), a Rede de Proteção da Mulher e, mais recentemente, a Vara da Violência Doméstica e Familiar.

“Vitória da Conquista é uma cidade de vanguarda e tem um cenário que acolhe muitas pessoas que têm esse perfil de luta pelos direitos humanos, e garante os direitos das várias categorias e setores”, disse Maria Helena. “A cidade é uma referência, tanto para a Bahia quanto para o Brasil”, acrescentou.

A nova conselheira Amiraíldes Cirino já antevê as responsabilidades que recairão sobre o conselho nos próximos dois anos. “Nossa maior preocupação é assegurar as conquistas que nós já obtivemos ao longo desses quase vinte anos”, afirmou.

O Conselho Municipal da Mulher é um órgão autônomo, integrante da estrutura do poder público e representativo da sociedade local. Tem como objetivo desenvolver estudos, projetos, debates e pesquisas relativas à condição da mulher, visando a eliminação das discriminações que a atingem e implicam em ameaças a seus direitos.

O prefeito Guilherme Menezes destacou o caráter fiscalizador do conselho. “A lei é importante, mas a vigilância para que a violência contra as mulheres não persista deve ser constante”, observou o gestor.

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