Memorial Régis Pacheco e Vila Junina atraem visitantes na terceira noite do Forró Pé de Serra do Periperi

Homenagem a Zé Dantas e forró tradicional são apreciados pelo público

A noite dessa sexta-feira, 21, a terceira do Forró Pé de Serra do Periperi, foi pródiga em visitas ao Memorial Régis Pacheco e à Vila Junina. No interior do memorial, cuja temática, este ano, é uma homenagem ao compositor Zé Dantas, o médico Jonan Nascimento, acompanhado pela família, mostrou-se admirado diante da maquete que retratava uma típica localidade rural.

Jonan Nascimento e sua família

“É uma miniatura do que é o cenário geográfico da região nordeste e das festas de São João. Achei bastante fidedigno”, afirmou. “É um trabalho com riqueza de detalhes, genial e muito interessante. Quem vier visitar vai gostar muito”. Jonan considerou “uma atitude acertada” a opção da Prefeitura Municipal por resgatar as legítimas tradições das festas de São João. “Isso é valorizar a cultura nordestina, a nossa gente. Achei muito importante essa iniciativa de valorizar o forró de raiz, o pé de serra. Não só o forró, mas toda a cultura que cerca as festas juninas”, complementou o médico.

A professora Maria Celeste de Carvalho é uma verdadeira entusiasta do Forró Pé de Serra do Periperi. Segundo ela, sua presença costuma ser constante em todas as noites, ano após ano. Em 2013, não tem sido diferente. “É uma grandiosidade esse resgate da nossa cultura nordestina. A Prefeitura está de parabéns por resgatar essa tradição, que é riquíssima para nós e para as crianças”, avaliou.

Maria Celeste e Valdirene

A secretária escolar Valdirene Fagundes, que trabalha com Maria Celeste na Escola Municipal Iza Medeiros, levou a filha para conhecer o memorial. “Acho ótimo, porque, além de mim, ela também está curtindo o espaço, conhecendo a história da festa de São João”, observou Valdirene.

Cláucio Araújo

‘Maravilhoso’ – Na Vila Junina, bem em frente ao Memorial Régis Pacheco, apresentaram-se Vanilson do Acordeon e os Pioneiros do Forró. Várias pessoas entraram no ritmo do grupo e dançaram em meio às casinhas de taipa que simulam uma típica localidade rural. O administrador de empresas Cláucio Araújo levou a família. Natural de Salvador, ele disse já se sentir um legítimo “cidadão conquistense”, por já viver na cidade há três anos. E elogiou a forma como a Prefeitura trata o São João. “Isto é maravilhoso”, disse. “Temos de dar valor ao tradicional São João, como estamos presenciando aqui. É preciso deixar o axé para época do carnaval, e no São João tocar esse forrozinho maravilhoso com zabumba e sanfona. É maravilhoso resgatar este nosso São João”, finalizou.

Amélia Maria Bortolo

Resgate – A empresária Amélia Maria Bortolo foi à Vila Junina acompanhada por amigos, com os quais dançou animadamente. “Está muito bom, muito bom mesmo. Admiro muito esse trabalho de resgatar essa cultura”, disse Amélia, que, embora viva em Vitória da Conquista há cerca de vinte e cinco anos, é natural do Recife, cidade conhecida pela pujança de suas festas de São João. “Espero que Vitória da Conquista continue assim. É o que se deveria fazer em todas as cidades”, afirmou.

 

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