Enquanto serviços são concluídos no Iguá, outros são iniciados, além dos que continuam em andamento

Depois de concluir os serviços de recuperação da estrada que liga a zona urbana de Vitória da Conquista ao distrito de Iguá, incluindo vias que levam ao povoado de São José (cerca de 15 quilômetros), a Prefeitura deve iniciar, nesta semana, outras duas frentes de trabalho, ambas dedicadas ao patrolamento e à aplicação de cascalho.

Uma intervenção, já prestes a ser iniciada, é na mesma região do Iguá. O objetivo é recuperar um trecho de estrada com cerca de 100 quilômetros, que começa na BR-116 e segue por Lagoa Formosa, Baixão dos Vianas e Cavalo Morto – região conhecida por suas condições climáticas favoráveis ao cultivo do café. “Agora é o período da cata do café. E a gente precisa dar condições para que essas estradas possam ser trafegadas por carros pesados”, explica o secretário municipal de Agricultura, José William Nunes.

A outra frente de trabalho, na região de José Gonçalves, é, na verdade, um reinício. Trata-se da retomada de um trabalho que havia sido interrompido, devido a problemas técnicos em uma das máquinas. Com aproximadamente 150 quilômetros, o trecho a ser recuperado é formado por vias que interligam localidades como Roseira, Boa Sorte e Lagoa da Visão.

Serviços em andamento – Além dessas intervenções, há outras duas em andamento. Na região de Bate-Pé, estão em fase de finalização os trabalhos nas estradas de Salobro, Olho d’Água da Serra, Santa Rita, Braga e Mamão – aproximadamente 60 quilômetros de estradas. Assim que esses serviços forem concluídos, as máquinas devem continuar em ação na região de Poço Comprido I e II, avançando mais 200 quilômetros pelas estradas de Poço do Gato, Cotia, Olho d’Água dos Monteiros, São Mateus, Furadinho, Lagoa de Faustino e Campo Formoso.

A outra frente está na região do distrito de Veredinha. Ali, as máquinas operam entre os povoados de Velame, Baixa-Seca e Lagoa de Melquíades, totalizando 40 quilômetros de estradas rurais.

“Estamos, na medida do possível, atendendo a todas as reivindicações dos moradores da zona rural. Pedimos paciência às pessoas, porque a extensão e a demanda são muito grandes, e as nossas condições são muito precárias”, informa José William. “Tem muita coisa ainda para ser feita. Mas, na medida do possível, acredito que, dentro de pouco tempo, nós estaremos com os serviços em bom estado de conservação”, complementa o secretário.