Na tarde dessa sexta-feira (25), a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista realizou um leilão de bens inservíveis. Noventa e oito arrematantes se reuniram no galpão da que foi construído para uma Fábrica de Medicamentos, às margens da BR 116, para participar dos lances e ofertas. O processo foi executado pela empresa leiloeira Hasta Leilões.

Durante a tarde, foram arrematados 98 dos 102 lotes disponibilizados pela Prefeitura

Dos 102 lotes disponibilizados pelo Governo Municipal, 98 foram arrematados, e apenas quatro não tiveram ofertas. O valor inicial dos lotes foi fixado em R$ 195.500, com expectativa de se arrecadar até R$ 300 mil. Porém, os arremates superaram a expectativa, chegando ao valor total de R$ 377.800.

Noventa e oito arrematantes participaram do processo, gerando R$ 377.800 em arremates

De acordo com o presidente da Comissão Organizadora do Leilão, Lucas Batista, o evento foi um sucesso. “Agradecer principalmente aos nossos arrematantes, que confiaram em nossos produtos. Assim, esvaziamos os pátios do Deserg, esvaziamos os pátios das escolas, dos postos de saúde e de todas as secretarias que estavam com sucatas deixadas pela gestão anterior”, afirma.

Os lotes foram compostos por automóveis, sucatas, maquinários, eletrodomésticos, materiais de informática e mobílias; considerados sem serventia e irrecuperáveis para uso do Município. O recurso arrecadado por meio do leilão será usado exclusivamente para aquisição de novos bens duráveis, como carteiras escolares, frota de veículos e computadores.

Veículos, maquinários, eletrodomésticos e outros bens inservíveis para o Município integraram os lotes

O que para a Administração Municipal é considerado inservível, para profissionais que trabalham com compra e revendas de automóveis pode ser lucrativo. É o caso de Rafael Queiroz dos Santos, que trabalha nessa área há 10 anos e arrematou cinco lotes no leilão da Prefeitura. Ele avalia o evento: “bem organizado, está de parabéns a equipe.”

Joselito Estrela, por sua vez, arrematou 13 lotes. “O evento foi bom. Os preços estavam mais razoáveis, dava para ter um lucro”, diz. Para ele, foi uma boa oportunidade de fomentar os negócios. “Participar do leilão é bom, eu trabalho com leilão há 15 anos e é bom”, conclui.