Conquista Criança conclui atividades de 2016 com mostra de artes

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Cerimônia também teve entrega de boxes do Centro Glauber Rocha ao programa e a outras instituições

“Eu sou Conquista Criança. E vocês fazem parte da minha história”, disse o educando Vítor Pereira Lima, de microfone em punho, diante de uma plateia formada por educandos, gestores e educadores desse programa municipal, que é desenvolvido pela Prefeitura desde 1997. Foi nessa terça-feira, 20, no Centro Glauber Rocha, durante a cerimônia de encerramento das atividades referentes a 2016.

A história de Vítor ainda é curta, mas é permeada pela presença do Conquista Criança. Ele tem 17 anos e é educando do programa desde os 7. Passou por praticamente todas as oficinas, mas diz ter especial apreço pela de capoeira. Mas, no momento de dar seu breve depoimento, ele preferiu não deixar ninguém de fora.

“Agradeço pelo belo projeto de tirar crianças da rua”, registrou. “Meu crescimento foi lá dentro. Sou grato a todo mundo. Transformou minha vida”, completou o jovem, que mora no bairro Henriqueta Prates, no extremo oeste da cidade.

A cerimônia foi aberta pelo grupo de percussão Baticum e teve ainda apresentações de teatro, karatê, balé e folclore (o programa oferece um total de 32 oficinas). Uma frase, dita pelas crianças que se apresentaram no espetáculo teatral, sintetizou: “Enquanto houver Conquista Criança, haverá esperança”.

“Não é apenas um programa. É um espaço de se aprender a pensar e refletir”, registrou o prefeito Guilherme Menezes.

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Entrega de boxes – Além da mostra de atividades artísticas, houve a entrega oficial de boxes do Centro Glauber Rocha às seguintes instituições: o Instituto Incluso, a Associação Mãos à Arte, a Casa do Amor e ainda 13 grupos dedicados à economia solidária.

Um dos boxes, também entregue na ocasião, passa agora a ser de uso exclusivo do Conquista Criança. Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Kátia Silene Freitas, a ideia é utilizar o espaço como ponto de venda de produtos produzidos durante as oficinas profissionalizantes, como costura, tecelagem, artesanato e capoeira artesanal, entre outras.

“É para que esses produtos, feitos junto com as crianças e adolescentes do Conquista Criança, sejam expostos e comercializados”, explicou Kátia. “É uma forma de mostrar o trabalho deles e, ao mesmo tempo, criar mais uma forma de manter as oficinas em funcionamento”, acrescentou a coordenadora do Conquista Criança, Alcina Lúcia Simões.

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