Conferência Municipal de Políticas Públicas para Mulheres é encerrada com sucesso

Foram eleitas 24 delegadas para a conferências estadual, que acontece entre os dias 11 e 12, em Salvador

Após dois dias de intensas discussões sobre as políticas públicas para mulheres nas esferas municipal, estadual e federal, com a participação de cerca de 500 mulheres, foi encerrada na tarde dessa quarta-feira, 23, a IV Conferência Municipal de Políticas Públicas para Mulheres. Com o tema “Mais direitos, participação e poder para as mulheres”, o evento foi realizado pela Prefeitura de Vitória da Conquista em conjunto com o Conselho Municipal da Mulher.

“Vitória da Conquista é referência em políticas públicas para as mulheres e este é um momento de destaque, em que tanto o Conselho quanto o Governo convidaram toda a sociedade para discutir os avanços e a conquista de mais direitos e mais poder para todas as mulheres”, destacou a coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Elza Mendes. Para tanto, foram realizadas 17 conferências livres ao longo de três meses.

Na oportunidade, foram defendidas as propostas de políticas públicas municipais, estaduais e nacionais, e eleitas 24 delegadas para a conferência estadual que acontece nos dias 10, 11  e 12 de novembro, em Salvador. “Esta é uma ação de extrema importância para as políticas que já existem em Vitória da Conquista e de empoderamento das mulheres”, reforçou uma das delegadas eleitas, Vilma Teixeira.

Para outra delegada eleita, Amiraíldes Cirino, este foi um momento de muita responsabilidade para quem milita por essa causa. “Estamos aqui nos comprometendo a levar tudo que foi proposto durante esta conferência para ser discutidas em Salvador para que possamos melhorar a qualidade de vida de todas as mulheres”, ressaltou Amiraíldes.

Já Gisberta Abreu, que foi eleita delegada representando o público de travestis e transexuais, lembrou a importância da participação dessa parcela da população no evento. “Colocar nosso grupo nesta conferência é dar voz a um público que até então não era reconhecido mesmo no movimento feminista. Então, a gente está repensando o sujeito mulher, é um momento em que me sinto empoderada em colocar questões atuais e da minha história enquanto mulher”, comentou Gisberta.

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