Irma Lemos parabenizou a todas a mulheres corajosas do Crav

Como parte da programação “Março Mulher” da Coordenação de Políticas e do Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos (Crav), foi realizado na quarta-feira (13) o “Chá com elas” em homenagem as referenciadas do serviço.

O evento teve como convidadas as palestrantes motivacionais Jeane Cândido (Artesã e idealizadora da Casa de Curió) e Franciane Gusmão (Palestrante e Conferencista, Graduada em Direito, Graduanda em psicologia UFBA, MBA em gestão de pessoas, psicologia organizacional, Especialista em desenvolvimento humano, Coach de carreira, Coach em saúde).

“Nosso objetivo foi oferecer uma tarde diferente as referenciadas do serviço com reflexões sobre projetos e sonhos que temos, mas que por falta de coragem e motivação nós não colocamos em prática”, explicou a coordenadora de Políticas para Mulheres, Dayana Andrade.

Dayana com as palestrantes Jeane e Fraciane

A vice-prefeita e secretária de Desenvolvimento Social, Irma Lemos, participou da abertura do evento e aproveitou para parabenizar as mulheres que frequentam o serviço de forma corajosa. “Nós sabemos o quanto que vocês precisaram de coragem para estar aqui, por isso esta homenagem é mais que justa. O Dia da Mulher é para ser comemorado todos os dias, mas esta data em especial nos faz pensar a importância de ser mulher e de conquistar os nossos direitos”, ressaltou Irma Lemos.

As duas palestrantes falaram de suas vivências e da busca pela realização do sonho que antes de tudo deve ser um ato de coragem, como exemplificou Jeane Cândido: “Quando eu decidi ser artesã, eu me preparei para parar de trabalhar, isso foi muito difícil, mas você nunca vai atingir um sonho se você não estiver preparado para o sacrifício, eu me organizei para isso”, contou Jeane.

Patrícia falou de sua superação após o atendimento no Crav

Além das palestras, algumas referenciadas fizeram depoimentos contando um pouco da sua superação como foi o caso da professora Patrícia Souza, que há um ano chegou ao Crav e por meio da ajuda da equipe do serviço conseguiu superar o drama que passou em seu relacionamento. “Eu olhava pra aquela estrada e achava muito longe, mas algo sempre me dizia que eu devia procurar este serviço, porque eu precisava de ajuda, até que tive coragem e vim até o Crav. Agora depois de um ano, eu posso falar, eu posso sorrir das coisas que eu vivi, porque no momento que você esta vivendo aquela situação de violência é muito difícil, mas depois que você consegue superar, a vida fica mais leve e você não consegue isso sozinha, você precisa de ajuda”, salientou Patrícia.