Centro de Comércio Popular completa dois meses em funcionamento

Permissionários garantem que a experiência no novo espaço rende boas expectativas para o futuro

Desde que o Centro de Comércio Popular foi aberto ao público, há dois meses, ficaram definitivamente para trás os tempos da antiga Feira do Paraguai. O conforto e a segurança proporcionados pelas instalações do novo equipamento em nada lembram a precariedade da antiga estrutura – que, agora, sobrevive apenas na memória dos permissionários que estão há mais tempo no ramo.

Nesses primeiros dois meses de trabalho, os ocupantes dos 302 boxes ainda estão se habituando à nova situação. A estrutura possui mais de 2 mil metros quadrados, com sanitários, escadarias, rampas de acesso e espaços para circulação – tudo isso observando as normas de acessibilidade. Além dos três blocos, construídos pelo Governo Estadual, as ruas laterais foram pavimentadas e receberam novos meios-fios, numa operação em que a Prefeitura investiu mais de R$ 79 mil, vindos de recursos próprios do Município.

‘Boa organização’ – “Antes, a gente não tinha cobertura nem banheiros. Era exposto ao tempo. Quando vinha a chuva, a gente tinha que cobrir as mercadorias”, conta a comerciante Adriana Santos, hoje ocupando um dos boxes do bloco B. Ela se dedica ao ramo de confecções há cerca de vinte anos, boa parte deles nos tempos da Feira do Paraguai.

“Vários colegas perdiam as mercadorias em épocas de chuva”, diz ainda Adriana, que atribui à nova estrutura uma série de vantagens, entre elas o acesso livre a sanitários, a cobertura contra as intempéries do tempo e o conforto para receber os clientes. “A organização também está muito melhor. E a expectativa é de que haja melhorias”, afirma a vendedora.

‘Estrutura maravilhosa’ – “Maravilhosa” é o termo utilizado pelo permissionário Flávio de Jesus para se referir à estrutura do Centro de Comércio Popular. Os dois primeiros meses de trabalho no novo lugar já lhe serviram de referência para o que está por vir. “Ninguém jamais imaginaria que um dia tivéssemos uma estrutura como esta”, avalia o comerciante de CD’s, DVD’s e mídias em geral no bloco B. “Eu já tinha a minha clientela, e ela veio para cá”.

Flávio ainda guarda consigo uma recordação da antiga Feira, na qual trabalhou por 16 anos. É uma velha lona que ele utilizava para se proteger do sol, já que não havia nenhum tipo de cobertura. “Graças a Deus, hoje estou livre dela”, comemora.

‘Apaixonada’ – Os dois primeiros meses no Centro de Comércio Popular também trouxeram boas expectativas para Maria José Soares, cujo boxe, também no bloco B, oferece aos clientes uma grande variedade de acessórios e aparelhos eletrônicos. “Acompanhei toda a história dessas mudanças”, diz ela, que, além de trabalhar durante muito tempo no antigo Paraguai, também esteve provisoriamente por dois anos na praça Hercílio Lima, enquanto transcorriam as obras do Centro de Comércio Popular. É justamente por conta dessa experiência acumulada que Maria José vê o futuro com bons olhos. “Tem tudo para ser muito melhor”, garante. “Estou apaixonada por este lugar em que eu trabalho. E as coisas vão melhorar. Estamos num espaço muito bom”.

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