Agentes comunitários de saúde participam de capacitação sobre o Bolsa Família

Maior programa de transferência de renda condicionada do mundo completa 12 anos, garantindo o acesso dos beneficiários à educação e à saúde pública

O Bolsa Família, criado em 20 de outubro de 2013 pelo Governo Federal, consolidou-se como o maior programa de transferência de renda condicionada do mundo e tem mudado a vida de um quarto da população brasileira. Isso porque há as chamadas condicionalidades.

Ao fazer parte do Bolsa Família, as famílias assumem o compromisso de manter seus filhos, entre 6 e 17 anos, matriculados na escola, e o cartão de vacinação das crianças de 0 a 6 anos, sempre atualizado. Elas também têm seu peso e altura verificados, além disso é realizado o acompanhamento pré-natal das gestantes.

E é justamente a condicionalidade da saúde, a que é acompanhada de perto pelos mais de 530 agentes comunitários que atuam em Vitória da Conquista. Nesta semana, até o dia 23 de outubro, eles participam de uma capacitação sobre essas condicionalidades.

A atividade é promovida pela Prefeitura Municipal, por meio das secretarias de Saúde e Desenvolvimento Social, para aperfeiçoar o fluxo de encaminhamento dos relatórios e as informações que são passadas para as 28 mil famílias conquistenses cadastradas no programa. Atualmente, 95,8% dos beneficiários no perfil saúde são acompanhados.

“Nestes 12 anos, observamos a queda nos indicadores de mortalidade infantil e materna no município, devido ao acompanhamento que é realizado. Também observamos que não temos mais a desnutrição severa, que levava muitas pessoas à óbito por falta de alimento” ressaltou a coordenadora de Vigilância Nutricional, Jaqueline Kluge.

A agente comunitária do povoado de Saquinho, Aparecida Ramos, que há 17 anos acompanha as famílias dessa localidade destacou: “com o Bolsa Família, todos têm acesso à alimentação. Antes, era comum chegar nas casas de algumas famílias que não tinham dinheiro nem pra comprar comida. E a gente sabe que tendo boa alimentação, tem saúde, porque as pessoas adoeciam pela fome e isso não acontece mais”, contou Aparecida.

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